Galp-Lizandro-Galp
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16 maio 2011
27 abril 2011
Geração á rasca!
(Nas minhas neavegações.... encontrei isto num blog... )
A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.
Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.
Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar.
Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcão.
Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivémos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.
Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.
O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é.
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.
Na loja do Shopping.
Porque não ?
Aaaahhh porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".
O tal que dá status.
O meu pai e tios fizeram bolas de carvão e venderam copos de vinho.
Eu, que sou Informático, System Engineer, em alturas de aperto, vendi bolos, calças de ganga, trabalhei em cafés, etc.
E garanto-vos que sou hoje muito melhor e mais reconhecido socialmente do que se sempre tivesse tido a papinha toda feita.
Geração à rasca ?
Vão trabalhar que isso passa.
A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.
Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.
Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar.
Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcão.
Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivémos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.
Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.
O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é.
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.
Na loja do Shopping.
Porque não ?
Aaaahhh porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".
O tal que dá status.
O meu pai e tios fizeram bolas de carvão e venderam copos de vinho.
Eu, que sou Informático, System Engineer, em alturas de aperto, vendi bolos, calças de ganga, trabalhei em cafés, etc.
E garanto-vos que sou hoje muito melhor e mais reconhecido socialmente do que se sempre tivesse tido a papinha toda feita.
Geração à rasca ?
Vão trabalhar que isso passa.
20 abril 2011
14 abril 2011
12 abril 2011
04 abril 2011
Corrida dos Sinos 2011
Mais uma Corrida dos Sinos cumprida (e comprida!)... Lá se juntou toda a familia Sobralpiso á porta do ZC em Mafra...ditribuição de dorsais, t-shirts e aí vão eles para mais uma estopada de 15 km. Relativamente a temperatura, foi muito melhor que a do ano passado, pois não estava o mesmo calor...estava até algum frio, o que até ajudou as massas... Arranquei com o Carlos de Ribamar (ACHADA team)...e acompanhei-o até á Rotunda da Paz...mas a partir daí comecei em economia de esforço para poder fazer a prova sem problemas de maior... Lá fui "sozinho" o resto da prova toda...custou-me mais foi (como é hábito) da Achada para cima...é sempre a trepar...mas fiz tudo e o resto é conversa...e com um tempo muito melhor que em 2010, o que só prova que de facto treinar tem os seus resultados... Aqui fica o tempo oficial: 814 01:16:56 671 SÉNIORES (Masculinos) Sobralpiso
01 abril 2011
29 março 2011
O Comboio dos Dinossauros
Depois da corrida de Tercena, a familia Runner foi numa aventura daquelas... Passa no Canal Panda uma serie que é o Comboio dos Dinossauros de que a nossa mai velha é grande fã. Trata-se de uma familia de dinossauros (pais e filhos) que anda num comboio á descoberta de todas as outras especies de dinossauros pelos períodos jurássico e cretáceo da era mesozóica (os pais tambem aprendem...). A mãe prometeu que iríamos no domingo andar, tambem nós, no Comboio dos Dinossauros...e lá fomos...saímos a seguir ao almoço e fomos até á estação de Sintra, onde apanhámos o comboio para o Rossio. Ela delirou, toda contente a andar no famoso comboio, embora tenha perguntado algumas vezes pelos amigos jurássicos...mas lá lhe dissémos que eles não estavam, pois encontravam-se a gravar os episódios que dariam nesta semana. Inclusivamente os vasos que algumas estações (Rio de Mouro, Cacem, Benfica) tinham com plantas eram os pratos onde estava a papinha dos ditos. Até para nós foi engraçado pois já há muitos anos que não andávamos de comboio e já tinhamos alguma saudade. Chegados ao Rossio, andámos pela Baixa, subimos a Rua do Carmo até ao Chiado onde demos o lanche ás nossas princesas que se portaram muito bem... a mais pequenina em todo o tempo de ida e volta até casa não chorou uma unica vez e foi sempre acordada e muito atenta a todas aquelas novidades (pessoas, ruas, comboio, estação...). Com esta "aventura", reforcei ainda mais a ideia de que é nas coisas mais simples que muitas vezes encontramos a felicidade.
GP TERCENA - 27/03/2011
Trata-se de um projecto entre as Câmaras Municipais de Oeiras, Sintra e Cascais em que semanal ou quinzenalmente organizam uma corrida em freguesias destes concelhos.
Neste caso foi em Tercena no passado dia 27 de Março.
Lá foi o Sobralpiso team representado por mim, pelo Hugo e os seus filhotes, pelo Guedes e pela jovem promessa Rui Morais.
A prova correu muito bem, embora tivesse uma subida depois da Fábrica da Pólvora que deixou a malta toda de rastos...mas, uns a passo, outros a correr lá demos cabo dela.
A minha prova foi de 7.300 metros e acabei-a em 36'36.
11 março 2011
09 março 2011
07 março 2011
Rapidinha de Cascais 06/03/2011

Ora, lá fui a mais uma... Devido á gripalhada e á falta de treino, houve uma consequente falta de andamento para ir aos 20 Km., por isso fui á Rapidinha com os seus 5 kilometros. Juntá-mo-nos (Sobralpiso team) ás 8H15 no Fradinho em Mafra e lá fomos em caravana até Cascais. Pelo caminho eu e o amigo Zé Carlos Coach lá pusémos a conversa em dia... Chegados a Cascais, fomos levantar os dorsais debaixo de chuva e todos olhávamos para o céu á espera que aliviasse e de facto o S.Pedro ao chegar á hora da partida lá ajudou o pessoal!!! Correu tudo bem, fiz 23'36 e gostei muito da prova! Pelo caminho ainda falei com o Fábio do blog Amantes da Corrida que me pareceu ser um fixe!!! Aqui fica o seu blog: http://amantesdacorrida.blogspot.com/02 março 2011
Treino 01/03/2011
Após algum tempo sem treinar por falta de tempo e constipação, lá voltei a ritmo lento.
Galp-Lizandro 2x
7.2k - 37.24
Galp-Lizandro 2x
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30 janeiro 2011
27 janeiro 2011
17 janeiro 2011
16/01/2011-Corrida S.Domingos de Benfica


Ontem ás 09H00, lá estávamos á porta do Zoo de Lisboa (eu, o Bruno Guerreiro, o Rui Morais e o Daniel)..correu tudo bem, embora tenha sido muito puxado, pois como estava muito frio, levei o corta-vento que durante a prova me fez transpirar e desesperar...mas já está feita a prova e agora é recuperar e começar a treinar para a próxima...161 622 37 M2039 M INDIVIDUAL 00:53:49
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