Galp-Poste-Galp
2x
7,2 k
00:36:45
25 janeiro 2014
24 janeiro 2014
Por fim...voltou...
Um ano volvido, eis que Runner volta á blogosfera....
O objectivo de 1000 km em 2013 não foi cumprido :(
Começaram por ser grandes dias de chuva...frio, falta de tempo, falta de vontade, gripes, verão, praia, filhas, trabalho, etc., etc., etc....
Mas sempre que pude, fui indo e anotando na minha agenda...Runner vai agora passar tudo para aqui para ver quanto deu.... :)
O objectivo de 1000 km em 2013 não foi cumprido :(
Começaram por ser grandes dias de chuva...frio, falta de tempo, falta de vontade, gripes, verão, praia, filhas, trabalho, etc., etc., etc....
Mas sempre que pude, fui indo e anotando na minha agenda...Runner vai agora passar tudo para aqui para ver quanto deu.... :)
14 janeiro 2013
11 janeiro 2013
07 janeiro 2013
Resumo 2012 - Running
J - 7.2
F - 19.8
M - 62.9
A - 22.2
M - 14.4
J
J
A
S - 18
O
N
D 3.6
Total 2012 - 148.1
(Mais SW e bicla)
F - 19.8
M - 62.9
A - 22.2
M - 14.4
J
J
A
S - 18
O
N
D 3.6
Total 2012 - 148.1
(Mais SW e bicla)
04 janeiro 2013
Ano Novoooo!!!
Agora que o ano começou e o mundo não acabou a 21/12 conforme previam os maias...há que estabelecer objectivos...embora que muito difíceis de atingir...
1000 kms. num ano! Exacto...1000 kms. num ano!!!! Por falta de tempo vai ser muito difícil de cumprir...mas vou pelo menos tentar...
1000 kms : 12 meses = 83.5 km/mês
83,5 km. : 4 semanas = 21 km.
Vamos ver...
;O)
1000 kms. num ano! Exacto...1000 kms. num ano!!!! Por falta de tempo vai ser muito difícil de cumprir...mas vou pelo menos tentar...
1000 kms : 12 meses = 83.5 km/mês
83,5 km. : 4 semanas = 21 km.
Vamos ver...
;O)
07 dezembro 2012
20 novembro 2012
27 setembro 2012
17 setembro 2012
01 agosto 2012
21 junho 2012
10 maio 2012
02 maio 2012
Treino 30/04/2012
Passado quase um mês da Corrida dos Sinos, tive que voltar ao activo...
Galp - Poste - Galp
2x
7.2k
Galp - Poste - Galp
2x
7.2k
02 abril 2012
Corrida dos Sinos 2012
23 março 2012
20 março 2012
Treino 13/03/2012
Casa - Escolas - Rui dos Queijos - Byte - Camping - Via Rápida- Pirulito - Manas - Casa
10 k - 57,31
12 março 2012
28 fevereiro 2012
21 fevereiro 2012
10 fevereiro 2012
03 fevereiro 2012
27 janeiro 2012
Resumo 2011 - Running
J - 50.6
M - 46.7
A - 59
M - 18
J - 7.2
A - 20
S - 12.4
O - 13.2
N - 31.8
TOTAL 2011 - 258.9 km.
25 janeiro 2012
04 janeiro 2012
Treino 03/01/2012
Primeiro treino pós rabanadas, bolo-rei, sonhos, bacalhau e muitos doces:
Galp - Lizandro - Galp
2x
7.2k - 40.08
Ano Novo

Ora cá estamos no ano do Apocalipse...já hoje é dia 4 e até agora nada...
Não vou estar aqui com grandes conversas, uma vez que isto do blog requer muito tempo, coisa que não tenho...
Aqui o cantinho tem servido mais para meu registo de treinos do que para outra coisa e para já assim vai continuar...no Natal ofereceram-me (grande progenitora) um medidor de frequencia cardíaca da POLAR, que me vai servir para poder treinar mais e melhor...vamos ver...
Bem...Bom Ano de 2012 para todos! I'll be back! ;)
23 novembro 2011
15 novembro 2011
14 novembro 2011
16 outubro 2011
Treino 15/10/2011
Galp-Lizandro-Galp
2 x - Eu e as minhas 3 partenaires...
A T. ja começa a querer acompanhar as caminhadas...
:)
2 x - Eu e as minhas 3 partenaires...
A T. ja começa a querer acompanhar as caminhadas...
:)
14 outubro 2011
06 outubro 2011
03 outubro 2011
12 setembro 2011
A morte da executiva bem-sucedida
Foi tudo muito rápido. A executiva bem-sucedida sentiu uma pontada no
peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir
os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo
cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que
estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque
tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por
engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a
parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- O céu, CÉU....?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?
- Exacto! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.
Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a sorrir,
ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo a admitir que
havia mesmo batido a bota.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis
técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável.
Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bónus anual, além de
estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de
administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador..
- É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Quem me chama?
A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente, imponente,
segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida
e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século veio?
- Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade
ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de
gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a
executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim
dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta.
Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para
perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na
produtividade sistémica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo
ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e
quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o
tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num
instante implementando um simples programa de targets individuais e
avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um
organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis
psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir
as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Accionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo,
encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o
marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto
valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente
atractivo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de
altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim
de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe.
Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai
concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num
Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante... se for trabalhar
com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exactamente, como
funciona o Inferno...
Max Gehringer
(Revista Exame)
peito, vacilou, cambaleou. Deu um gemido e apagou-se. Quando voltou a abrir
os olhos, viu-se diante de um imenso Portal.
Ainda meio tonta, atravessou-o e viu uma miríade de pessoas. Todas vestindo
cândidos camisolões e caminhando despreocupadas. Sem entender bem o que
estava a acontecer, a executiva bem-sucedida abordou um dos passantes:
- Enfermeiro, eu preciso voltar com urgência para o meu escritório, porque
tenho um meeting importantíssimo. Aliás, acho que fui trazida para cá por
engano, porque o meu seguro de saúde é Platina, e isto aqui está a
parecer-me mais a urgência dum Hospital público. Onde é que nós estamos?
- No céu.
- No céu?...
- É.
- O céu, CÉU....?! Aquele com querubins, anjinhos e coisas assim?
- Exacto! Aqui vivemos todos em estado de graça permanente.
Apesar das óbvias evidências, ausência de poluição, toda a gente a sorrir,
ninguém a usar telemóvel, a executiva bem-sucedida levou tempo a admitir que
havia mesmo batido a bota.
Tentou então o plano B: convencer o interlocutor, por meio das infalíveis
técnicas avançadas de negociação, de que aquela situação era inaceitável.
Porque, ponderou, dali a uma semana iria receber o bónus anual, além de
estar fortemente cotada para assumir a posição de presidente do conselho de
administração da empresa.
E foi aí que o interlocutor sugeriu:
- Talvez seja melhor a senhora conversar com Pedro, o coordenador..
- É?! E como é que eu marco uma audiência? Ele tem secretária?
- Não, não. Basta estalar os dedos e ele aparece.
- Assim? (...)
- Quem me chama?
A executiva bem-sucedida quase desabava da nuvem. À sua frente, imponente,
segurando uma chave que mais parecia um martelo, estava o próprio Pedro.
Mas, a executiva tinha feito um curso intensivo de approach para situações inesperadas e reagiu logo:
- Bom dia. Muito prazer. Belas sandálias. Eu sou uma executiva bem-sucedida
e...
- Executiva... Que palavra estranha. De que século veio?
- Do XXI. O distinto vai dizer-me que não conhece o termo 'executiva'?
- Já ouvi falar. Mas não é do meu tempo.
Foi então que a executiva bem-sucedida teve um insight. A máxima autoridade
ali no paraíso aparentava ser um zero à esquerda em modernas técnicas de
gestão empresarial. Logo, com seu brilhante currículo tecnocrático, a
executiva poderia rapidamente assumir uma posição hierárquica, por assim
dizer, celestial ali na organização.
- Sabe, meu caro Pedro. Se me permite, gostaria de lhe fazer uma proposta.
Basta olhar para essa gente toda aí, só na palheta e andando a toa, para
perceber que aqui no Paraíso há enormes oportunidades para dar um upgrade na
produtividade sistémica.
- É mesmo?
- Pode acreditar, porque tenho PHD em reorganização. Por exemplo, não vejo
ninguém usando identificação. Como é que a gente sabe quem é quem aqui, e
quem faz o quê?
- Ah, não sabemos.
- Percebeu? Sem controlo, há dispersão. E dispersão gera desmotivação. Com o
tempo isto aqui vai acabar em anarquia. Mas podemos resolver isso num
instante implementando um simples programa de targets individuais e
avaliação de performance.
- Que interessante...
- É claro que, antes de tudo, precisaríamos de uma hierarquização e um
organograma funcional, nada que dinâmicas de grupo e avaliações de perfis
psicológicos não consigam resolver.
- !!!...???...!!!...???...!!!
- Aí, contrataríamos uma consultoria especializada para nos ajudar a definir
as estratégias operacionais e estabeleceríamos algumas metas factíveis de leverage, maximizando, dessa forma, o retorno do investimento do Grande Accionista... Ele existe, certo?
- Sobre todas as coisas.
- Óptimo. O passo seguinte seria partir para um downsizing progressivo,
encontrar sinergias high-tech, redigir manuais de procedimento, definir o
marketing mix e investir no desenvolvimento de produtos alternativos de alto
valor agregado. O mercado telestérico, por exemplo, parece-me extremamente
atractivo.
- Incrível!
- É óbvio que, para conseguir tudo isso, teremos de nomear um board de
altíssimo nível. Com um pacote de remuneração atraente, é claro. Coisa assim
de salário de seis dígitos e todos os fringe benefits e mordomias da praxe.
Porque, agora falando de colega para colega, tenho a certeza de que vai
concordar comigo, Pedro. O desafio que temos pela frente vai resultar num
Turnaround radical.
- Impressionante!
- Isso significa que podemos partir para a implementação?
- Não. Significa que a senhora terá um futuro brilhante... se for trabalhar
com o nosso concorrente. Porque acaba de descrever, exactamente, como
funciona o Inferno...
Max Gehringer
(Revista Exame)
01 setembro 2011
Carta aberta a Passos Coelho
Passos!
Depois de muito pensar; como bom português; penso que achei a solução para diminuir o défice.
Estás admirado com esta ideia?
Também eu fiquei quando a tive!
Eu explico-te.
Uma boa publicidade cria necessidades...
(estás a ver o anúncio com Soraia Chaves em corpo de sereia?)
Essas boas... publicidades fazem as pessoas comprarem...
Dessas compras, muitas são a crédito, desses créditos muitos ficarão por pagar e assim por diante...
O défice aumenta e ficamos ainda mais falidos...
Mesmo a simples publicidade desde que bem feita devia ser excomungada dos média...
Por ex:
O batom....
A publicidade ao batom, aquele vermelho vivo, cria e aumenta...
também o défice...
Quantos mais batons se venderem, mais experiências são feitas em animais, e mais se aumenta a degradação da sociedade tendo em conta o desejo que uns lábios vermelhos provocam nos homens...
esses por sua vez libertam mais testosterona...
não trabalham tanto...
gastam dinheiro neles para ficarem mais bonitos...
as mulheres...
felizes por seduzirem, trabalham menos, traem os companheiros, esquecem-se da vida doméstica, gastam mais dinheiro em roupas, malas, carteiras e sapatos que não precisam e aumentam...
o défice...
Toda a economia, a estabilidade familiar, social e politica podem ficar prejudicados por um simples batom vermelho...
olha o Bill Clinton com a Mónica... quase que os Estados Unidos iam à ruína moral e económica por causa indirecta, eu sei...
mas de um batom vermelho... a mancha vem já a seguir...
Agora Passos falemos da publicidade a lingerie...
Tas a ver a noiva do Cristiano Ronaldo??!! Aquela boazona!! A lingerie que ela usou na publicidade no Natal passado esgotou nas lojas, deu uns acidentes na estrada, provocou certamente muitas horas de falsas baixas para se usar por minutos... eh eh eh essa dita lingerie...
tudo por causa da publicidade...
Conforme a Ferreira Leite dizia... precisamos de uma ditadura por 6 meses... começa pelo batom!!
P.S. E coloca uma ruiva a assessora de imprensa, verás que os jornalistas não adormecem nas conferências monótonas do ministro das finanças...
uma ruiva é e será sempre uma ruiva!
Por mail, envio-te o número de telemóvel de uma...
Abraço!
29 agosto 2011
22 junho 2011
Treino 22/06/2011
(Sem treinar há tanto tempo...tinha que dar nisto...)
Galp-Lizandro-Galp
2X - 7,2k - 41,08
Galp-Lizandro-Galp
2X - 7,2k - 41,08
16 maio 2011
27 abril 2011
Geração á rasca!
(Nas minhas neavegações.... encontrei isto num blog... )
A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.
Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.
Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar.
Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcão.
Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivémos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.
Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.
O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é.
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.
Na loja do Shopping.
Porque não ?
Aaaahhh porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".
O tal que dá status.
O meu pai e tios fizeram bolas de carvão e venderam copos de vinho.
Eu, que sou Informático, System Engineer, em alturas de aperto, vendi bolos, calças de ganga, trabalhei em cafés, etc.
E garanto-vos que sou hoje muito melhor e mais reconhecido socialmente do que se sempre tivesse tido a papinha toda feita.
Geração à rasca ?
Vão trabalhar que isso passa.
A geração dos meus pais não foi uma geração à rasca.
Foi uma geração com capacidade para se desenrascar.
Numa terriola do Minho as condições de vida não eram as melhores.
Mas o meu pai António não ficou de braços cruzados à espera do Estado ou de quem quer que fosse para se desenrascar.
Veio para Lisboa, aos 14 anos, onde um seu irmão, um pouco mais velho, o Artur, já se encontrava.
Mais tarde veio o Joaquim, o irmão mais novo.
Apenas sabendo tratar da terra e do pastoreio, perdidos na grande e desconhecida Lisboa, lançaram-se à vida.
Porque recusaram ser uma geração à rasca fizeram uma coisa muito simples.
Foram trabalhar.
Não havia condições para fazerem o que sabiam e gostavam.
Não ficaram à espera.
Foram taberneiros.
Foram carvoeiros.
Fizeram milhares de bolas de carvão e serviram milhares de copos de vinho ao balcão.
Foram simples empregados de tasca.
Mas pouparam.
E quando surgiu a oportunidade estabeleceram-se como comerciantes no ramo.
Cada um à sua maneira foram-se desenrascando.
Porque sempre assumiram as suas vidas pelas suas próprias mãos.
Porque sempre acreditaram neles próprios.
E nós, eu e os meus primos, nunca passámos por necessidades básicas.
Nós, eu e os meus primos, sempre tivémos a possibilidade de acesso ao ensino e à formação como ferramentas para o futuro.
Uns aproveitaram melhor, outros nem tanto, mas todos tiveram as condições que necessitaram.
E é este o exemplo de vida que, ainda hoje, com 60 anos, me norteia e me conduz.
Salvaguardadas as diferenças dos tempos mantenho este espírito.
Não preciso das ajudas do Estado.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Não preciso das ajudas da família que também têm as suas próprias vidas.
Não preciso das ajudas dos vizinhos e amigos.
Porque o meu pai e tios também não precisaram e desenrascaram-se.
Preciso de mim.
Só de mim.
E, por isso, não sou, nunca fui, de qualquer geração à rasca.
Porque me desenrasco.
Porque sempre me desenrasquei.
O mal desta auto-intitulada geração à rasca é a incapacidade que revelam.
Habituados, mal habituados, a terem tudo de mão beijada.
Habituados, mal habituados, a não precisarem de lutar por nada porque tudo lhes foi sendo oferecido.
Habituados, mal habituados, a pensarem que lhes bastaria um canudo de um qualquer curso dito superior para terem garantida a eterna e fácil prosperidade.
Sentem-se desiludidos.
E a culpa desta desilusão é dos "papás" que os convenceram que a vida é um mar de rosas.
Mas não é.
É altura de aprenderem a ser humildes.
É altura de fazerem opções.
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não encontram emprego "digno".
Podem ser "encanudados" de qualquer curso mas não conseguem ganhar o dinheiro que possa sustentar, de imediato, a vida que os acostumaram a pensar ser facilmente conseguida.
Experimentem dar tempo ao tempo, e entretanto, deitem a mão a qualquer coisa.
Mexam-se.
Trabalhem.
Ganhem dinheiro.
Na loja do Shopping.
Porque não ?
Aaaahhh porque é Doutor...
Doutor em loja de Shopping não dá status social.
Pois não.
Mas dá algum dinheiro.
E logo chegará o tempo em que irão encontrar o tal e ambicionado emprego "digno".
O tal que dá status.
O meu pai e tios fizeram bolas de carvão e venderam copos de vinho.
Eu, que sou Informático, System Engineer, em alturas de aperto, vendi bolos, calças de ganga, trabalhei em cafés, etc.
E garanto-vos que sou hoje muito melhor e mais reconhecido socialmente do que se sempre tivesse tido a papinha toda feita.
Geração à rasca ?
Vão trabalhar que isso passa.
20 abril 2011
14 abril 2011
12 abril 2011
04 abril 2011
Corrida dos Sinos 2011
Mais uma Corrida dos Sinos cumprida (e comprida!)... Lá se juntou toda a familia Sobralpiso á porta do ZC em Mafra...ditribuição de dorsais, t-shirts e aí vão eles para mais uma estopada de 15 km. Relativamente a temperatura, foi muito melhor que a do ano passado, pois não estava o mesmo calor...estava até algum frio, o que até ajudou as massas... Arranquei com o Carlos de Ribamar (ACHADA team)...e acompanhei-o até á Rotunda da Paz...mas a partir daí comecei em economia de esforço para poder fazer a prova sem problemas de maior... Lá fui "sozinho" o resto da prova toda...custou-me mais foi (como é hábito) da Achada para cima...é sempre a trepar...mas fiz tudo e o resto é conversa...e com um tempo muito melhor que em 2010, o que só prova que de facto treinar tem os seus resultados... Aqui fica o tempo oficial: 814 01:16:56 671 SÉNIORES (Masculinos) Sobralpiso
01 abril 2011
29 março 2011
O Comboio dos Dinossauros
Depois da corrida de Tercena, a familia Runner foi numa aventura daquelas... Passa no Canal Panda uma serie que é o Comboio dos Dinossauros de que a nossa mai velha é grande fã. Trata-se de uma familia de dinossauros (pais e filhos) que anda num comboio á descoberta de todas as outras especies de dinossauros pelos períodos jurássico e cretáceo da era mesozóica (os pais tambem aprendem...). A mãe prometeu que iríamos no domingo andar, tambem nós, no Comboio dos Dinossauros...e lá fomos...saímos a seguir ao almoço e fomos até á estação de Sintra, onde apanhámos o comboio para o Rossio. Ela delirou, toda contente a andar no famoso comboio, embora tenha perguntado algumas vezes pelos amigos jurássicos...mas lá lhe dissémos que eles não estavam, pois encontravam-se a gravar os episódios que dariam nesta semana. Inclusivamente os vasos que algumas estações (Rio de Mouro, Cacem, Benfica) tinham com plantas eram os pratos onde estava a papinha dos ditos. Até para nós foi engraçado pois já há muitos anos que não andávamos de comboio e já tinhamos alguma saudade. Chegados ao Rossio, andámos pela Baixa, subimos a Rua do Carmo até ao Chiado onde demos o lanche ás nossas princesas que se portaram muito bem... a mais pequenina em todo o tempo de ida e volta até casa não chorou uma unica vez e foi sempre acordada e muito atenta a todas aquelas novidades (pessoas, ruas, comboio, estação...). Com esta "aventura", reforcei ainda mais a ideia de que é nas coisas mais simples que muitas vezes encontramos a felicidade.
GP TERCENA - 27/03/2011
Trata-se de um projecto entre as Câmaras Municipais de Oeiras, Sintra e Cascais em que semanal ou quinzenalmente organizam uma corrida em freguesias destes concelhos.
Neste caso foi em Tercena no passado dia 27 de Março.
Lá foi o Sobralpiso team representado por mim, pelo Hugo e os seus filhotes, pelo Guedes e pela jovem promessa Rui Morais.
A prova correu muito bem, embora tivesse uma subida depois da Fábrica da Pólvora que deixou a malta toda de rastos...mas, uns a passo, outros a correr lá demos cabo dela.
A minha prova foi de 7.300 metros e acabei-a em 36'36.
11 março 2011
09 março 2011
07 março 2011
Rapidinha de Cascais 06/03/2011

Ora, lá fui a mais uma... Devido á gripalhada e á falta de treino, houve uma consequente falta de andamento para ir aos 20 Km., por isso fui á Rapidinha com os seus 5 kilometros. Juntá-mo-nos (Sobralpiso team) ás 8H15 no Fradinho em Mafra e lá fomos em caravana até Cascais. Pelo caminho eu e o amigo Zé Carlos Coach lá pusémos a conversa em dia... Chegados a Cascais, fomos levantar os dorsais debaixo de chuva e todos olhávamos para o céu á espera que aliviasse e de facto o S.Pedro ao chegar á hora da partida lá ajudou o pessoal!!! Correu tudo bem, fiz 23'36 e gostei muito da prova! Pelo caminho ainda falei com o Fábio do blog Amantes da Corrida que me pareceu ser um fixe!!! Aqui fica o seu blog: http://amantesdacorrida.blogspot.com/02 março 2011
Treino 01/03/2011
Após algum tempo sem treinar por falta de tempo e constipação, lá voltei a ritmo lento.
Galp-Lizandro 2x
7.2k - 37.24
Galp-Lizandro 2x
7.2k - 37.24
30 janeiro 2011
27 janeiro 2011
17 janeiro 2011
16/01/2011-Corrida S.Domingos de Benfica


Ontem ás 09H00, lá estávamos á porta do Zoo de Lisboa (eu, o Bruno Guerreiro, o Rui Morais e o Daniel)..correu tudo bem, embora tenha sido muito puxado, pois como estava muito frio, levei o corta-vento que durante a prova me fez transpirar e desesperar...mas já está feita a prova e agora é recuperar e começar a treinar para a próxima...161 622 37 M2039 M INDIVIDUAL 00:53:49
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12 outubro 2010
06 setembro 2010
01 setembro 2010
Treino 31/08/2010
Galp-Lizandro 2x
7.2k - 40,32
Com o amigo Hugo e os seus filhos atletas Rita e Diogo.
7.2k - 40,32
Com o amigo Hugo e os seus filhos atletas Rita e Diogo.
30 agosto 2010
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